Nos dias de hoje o rendimento assume cada vez mais uma postura mercantilista, capaz de gerar enormes receitas e movimentar multidões. Assim o erro não é permitido.
O desporto de rendimento é agora um factor catalisador de inúmeras emoções – alegria e orgulho, vergonha e ansiedade, irritação ou raiva e culpa –, que necessita de compreensão destes comportamentos para que a adaptação a contextos desportivos seja a mais adequada possível. Neste sentido, Smith (1989, p.199) considera que o “desporto é um laboratório naturalístico extremamente rico para o estudo de uma vasta gama de fenómenos psicológicos e oferece uma multitude de oportunidades para os investigadores que estejam interessados em ansiedade”.
Seja a que nível for a actividade e competição desportivas são capazes de gerar elevados níveis de stress e ansiedade nos atletas. Não admira, por isso, que o desporto continua a ser um óptimo laboratório natural para estudar as noções de ansiedade e stress na sua relação próxima com o rendimento. Uma vez que, “o rendimento ou a performance óptima têm muitas vezes como obstáculo a incapacidade do atleta para ultrapassar o seu próprio medo e para lidar ou enfrentar eficazmente o stress e a ansiedade associados à competição desportiva. Tal incapacidade justifica também, muitas vezes, a bem conhecida mas preocupante, diferença abismal que vai dos excelentes treinos às performances verdadeiramente desastradas na competição, que caracterizam muitos atletas: é como se tudo fosse desaprendido ou esquecido…”
Bibliografia
Cruz, José (1996). Stress, Ansiedade e Rendimento na Competição Desportiva
O desporto de rendimento é agora um factor catalisador de inúmeras emoções – alegria e orgulho, vergonha e ansiedade, irritação ou raiva e culpa –, que necessita de compreensão destes comportamentos para que a adaptação a contextos desportivos seja a mais adequada possível. Neste sentido, Smith (1989, p.199) considera que o “desporto é um laboratório naturalístico extremamente rico para o estudo de uma vasta gama de fenómenos psicológicos e oferece uma multitude de oportunidades para os investigadores que estejam interessados em ansiedade”.
Seja a que nível for a actividade e competição desportivas são capazes de gerar elevados níveis de stress e ansiedade nos atletas. Não admira, por isso, que o desporto continua a ser um óptimo laboratório natural para estudar as noções de ansiedade e stress na sua relação próxima com o rendimento. Uma vez que, “o rendimento ou a performance óptima têm muitas vezes como obstáculo a incapacidade do atleta para ultrapassar o seu próprio medo e para lidar ou enfrentar eficazmente o stress e a ansiedade associados à competição desportiva. Tal incapacidade justifica também, muitas vezes, a bem conhecida mas preocupante, diferença abismal que vai dos excelentes treinos às performances verdadeiramente desastradas na competição, que caracterizam muitos atletas: é como se tudo fosse desaprendido ou esquecido…”
Bibliografia
Cruz, José (1996). Stress, Ansiedade e Rendimento na Competição Desportiva